Papéis trocados

8 de março: Dia Internacional da Mulher

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Joana tinha um marido muito machista. Ambos trabalhavam em horário integral, mas ele não a ajudava em nada que se referisse à casa, muito menos no serviço doméstico. Isso, ele dizia, era trabalho de mulher.

Mas, numa noite, Joana chegou e encontrou as crianças já de banho tomado, a máquina de lavar batendo roupas, um outro tanto já no varal. O jantar estava pronto e a mesa lindamente posta, até com um arranjo de flores.

Joana ficou atônita e imediatamente quis saber que milagre era aquele. Acontece que Charles, o marido, lera um artigo de revista segundo o qual mulheres que trabalham fora se comportariam de maneira mais romântica se não ficassem tão cansadas, tendo de fazer todo o serviço de casa depois de darem duro o dia inteiro.
No dia seguinte, Joana mal podia esperar para contar a novidade às colegas do escritório.

“Como foi?” – elas perguntaram.

“Bem, o jantar foi ótimo!” – Joana disse. “Charles inclusive lavou a louça, ajudou as crianças com os deveres da escola, dobrou a roupa limpa e pôs tudo nos lugares”.

“Mas e depois?” – as amigas queriam saber.

“Não aconteceu nada!” – Joana disse. “Charles estava cansado demais”.

Não adianta homenagear as mulheres no seu dia e continuar a tratá-las como um homem das cavernas! Trate as mulheres com a dignidade, o respeito e o amor que elas merecem!

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